E se escrevêssemos uma mensagem
E a lançássemos nas vagas do caos?
E se empreendêssemos uma viagem
Extática e tranquila como rolhas ao inatingível?
E se fizéssemos um barco de papel
Para darmos uma volta no mundo?
E se presenteássemos os pobres
Em plena noite de Natal
Com todo o dinheiro falso deste mundo?
E se arrancássemos os chapéus dos nobres
E se nos perdêssemos num imenso carnaval?
E se fossemos andar sobre os trilhos
E se soubéssemos por que ter filhos?
E se soubéssemos o se?
Nenhum comentário:
Postar um comentário