Desaparecer
No chão do ser
No céu do nunca
Pequena fagulhaugusta
Que poracaso se livra
Da garra adunca
Da morte - Processo
De desaparecimento
No pastoso cimento
Do asfalto derretendo
No silêncio do salto
Pelo buraco da janela
Pelo furo do ralo
Pelo halo das horas mortas
Pelo rés do chão
Por baixo das portas
Pelo lixo com os restos de pão
Desaparecimento pelas ruas
Pela noite vasta
Pela noite imensa
Em suas mãos
Em seu cabelos
Nessa poltrona
No vento furibundo
Pelo sono dos caminhos
Sumindo
Pelo rio fluindo
Sumindo porentre seus olhos
Porentre os portais - Porentre entre garrafas
Porentre as unhas destes dias vãos e sós
Porentre os nós do coração - Sumindo...
Desaparecendo
Como quando o dia amadurecendo
E passando, vai levando
consigo a Estrela da Manhã. No céu do nunca
Pequena fagulhaugusta
Que poracaso se livra
Da garra adunca
Da morte - Processo
De desaparecimento
No pastoso cimento
Do asfalto derretendo
No silêncio do salto
Pelo buraco da janela
Pelo furo do ralo
Pelo halo das horas mortas
Pelo rés do chão
Por baixo das portas
Pelo lixo com os restos de pão
Desaparecimento pelas ruas
Pela noite vasta
Pela noite imensa
Em suas mãos
Em seu cabelos
Nessa poltrona
No vento furibundo
Pelo sono dos caminhos
Sumindo
Pelo rio fluindo
Sumindo porentre seus olhos
Porentre os portais - Porentre entre garrafas
Porentre as unhas destes dias vãos e sós
Porentre os nós do coração - Sumindo...
Desaparecendo
Como quando o dia amadurecendo
Nenhum comentário:
Postar um comentário