quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Estação-Fim-De-Mundo

Seus calçados tristemente sorriam
Para o mágico que produzia a ilusão
De ter para si uma platéia ali na estação
Onde esperavam o trem que muito longe
longelongelongelongelongelongelongelongelongelongelo
Vinha (ou já teria passado?!) fazendo uma curva infinita
De nenhum lugar para lugar nenhum. Eles não sabiam
(desavisados) que o mundo havia se acabado
naquela manhã e todas as passagens estavam compradas.

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